Boas Festas da Academia

Foi com um carinho muito especial que fiz o postal de Boas Festas da Academia. Espero que tenham gostado! 🙂

festas-felizes08-da-academia

A Academia quer agradecer todas as palavras e lembranças que recebeu de inúmeros amigos. Obrigada a todos!!!! Até para o ano (que está quase, quase!) !

Anúncios

Novos ecrans de entrada

E não é que os moços volta não volta até fazem umas coisas giras?  Eu não sei o que acham, mas estes novos ecrans de entrada para mim são uma graça 🙂

screenshot0011

screenshot003screenshot002

O Bom Inimigo

Começo já por dizer que entre os portugueses slianos não me parece que exista algum.

Agora as explicações: lembrei-me de escrever este post a propósito de um acontecimento triste que foi ‘aproveitado’ pelo Prokofy Neva para relatar as suas relações e ao mesmo tempo prestar uma homenagem à pessoa que motivou o seu post. Eram inimigos declarados, com posições e opiniões praticamente divergentes em tudo e ao longo dos últimos 4 anos mantiveram muitas e acesas discussões.

Não vejo nas comunidades slianas, portugueses em que uma relação dessas fosse possível. Como diz o Prokofy: “In SL, your enemies are as important — maybe even more important — as your friends. In fact, it’s a shame that these social media thingies don’t respect the status of “enemy” more than they do, because unlike “friend,” which is so casual, misused, amorphous, and stupid, “enemy” is very defined, and provides the shadows and dark undertow to your life online that makes it all seem more 3-D and robust than perhaps it is — and for that we should all be thankful to our enemies!”.

Muitas vezes os ‘amigos’ slianos não passam de uma poeira que se abate sobre nós num dado momento e depois desaparece, quase tão rapidamente quanto surgiu. E se respeitamos os amigos, mais devemos respeitar os inimigos. E isso não acontece, ou não tenho conhecimento que alguma vez tenha acontecido.

Entre os portugueses de vez em quando aparecem nos blogues as ditas ‘polémicas’ (que normalmente ao fim de alguns comentários os posts que lhes deram origem são apagados) que não passam de insultos fáceis, publicação de factos irrelevantes, zangas com pouco sentido. Não há o esgrimir de argumentos, de troca de opiniões fundamentadas, de respeito pelo ‘inimigo’. Os insultos também são válidos é claro, até numa discussão entre amigos eles às vezes surgem. Os insultos não estão em causa: o que ponho em causa é a falta de respeito pelo ‘inimigo’. As pretensas discussões são estéreis e acabam inevitavelmente em zangas e corte de relações.

Os portugueses não gostam de ter inimigos, não suportam inimigos.

Eu, em dois anos e tal de mundo dos coisos, nunca tive nenhum (apenas mantenho um ‘odiozinho’ de estimação a alguém que não é inimigo pois só falámos umas duas ou três vezes e que, a mim directamente, nunca me fez mal nenhum), mas se tivesse e fosse um inimigo como o fui definindo ao longo do texto, nunca o tiraria da lista de Friendship: de vez em quando seria necessário renovar a inimizade com algumas discussões e insultos.

Hmmm, será que vou arranjar um bom inimigo com este post?

Jingle Bells, Jingle Bells lalalalalala

Raramente vou ao centro da cidade perto da qual moro e onde trabalho.  Geralmente o caminho é casa-trabalho-casa. Por motivos que agora não interessam, esta semana fui obrigada a ir à cidade todos os dias. Foi assim que me vi mergulhada e quase misturada na azáfama própria desta época natalícia.

Sei que o Natal é uma época especial e não me levem a mal com o que vou dizer.  O Natal, ou aquilo que se pretende fazer dele, cada vez mais, irrita-me. Irrita-me o consumismo desenfreado. Irritam-me as iluminações cuja energia eléctrica estamos todos a pagar. Irritam-me os chavões. Irrita-me a quantidade de papel e tintas e colas e fitas que se produzem e gastam. Irrita-me a competição de quem dá mais e mais caro.

Quer dizer… em boa verdade, todas estas coisas irritam-me em qualquer altura do ano! lol

Mas qual o propósito desta prosa?

Nada de mais! Ocorreu-me ao ver este post da Afro e identificar amigos que nos mostram como o Natal tem tantas formas de ser vivido! Bem hajam! 🙂

Grrrrrrrr….

bota
!-&*%$/”#)!”(/= Scul^=/”Tpty=()/!”paaaaaiiiiinnnnn !()/&”#

Ritos de passagem – “Amigo Oculto” II

Vou hoje comunicar aos presenteadores, o “Avatari” a presentear. 14 meninas e 8 meninos entraram na brincadeira.
Devo aos intervenientes, aderentes, umas palavras sobre a “brincadeira” que aprazo para melhor dia. Hoje, por absoluta incompetência, cansaço e as horas a galgarem rápidas no meu relógio, sem que eu saiba como se faz uma note card…preciso enviar 20, mais coisa, menos coisa…com elementos repetidos mas nomes diferentes, não consigo a lucidez que se impõe.
Inté, meus amigos!

phantom or not phantom

Eu garanto que estive atenta nas três aulas de sculpties que já tivemos. Garanto mesmo! Mas sabem o que me aconteceu?

Rezzei um belo passadiço de uma doca em terra de Portucalis que me pertence. Ok! Tudo bem até aqui. Experimentei andar por cima das traves e vi que me afundava na água. “Mau! Isto não está bem.” – pensei. Verificar propriedades. Phantom. “Ah!”. Sem mais, tirei o phantom.

Bom! Querem saber o resultado? Ei-lo:

prims-invisiveis-no-memorial-maggie Cortesia de Summer Wardhani

Uma monstruosidade! Não reparei que se tratava dum sculpted prim e nem me apercebi do resultado provocado. Aquilo ficou assim dum dia para o outro. Tal como o M2 bem ensinou, com o exemplo da escada, para andarmos por cima desse tipo de objecto temos de construir uma estrutura sólida, transparente, por cima do dito cujo.

Bahhh! Esqueci! Mas acho que não esqueço mais! 🙂 E a todos, não se esqueçam! Ficou a experiência lol